domingo, 18 de outubro de 2009

Parabéns Nanda!!!

Abra os olhos e sinta o prazer da vida,
pois hoje é um dia muito especial.
É o seu aniversário !
É um dia para refletir
sobre o ano que passou.
Foram muitos erros e acertos,
mas sempre a certeza
de viver intensamente cada dia,
aproveitando cada momento
para aprender e evoluir.
Pois, cada dia é mais um passo
na longa caminhada da vida.
E certamente você como ninguém
sabe a pessoa especial que é.
Desejo-lhe tudo de bom.
Que você possa ser feliz
e faça os outros felizes,
pois não há dádiva maior
que a vida e o amor.
Por isso,
nunca pare a busca pelo crescimento interior
e continue sempre a ser
a pessoa que você é.
Feliz Aniversário!!!
Parabéns, hoje é um novo dia...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Avance Sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.
Mas é importante não parar.
Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance vai parecer um pouco mais próximo, e até dormindo você vai movendo-se para frente.
A cada momento intenso que você dedica com paixão e a amor em Cristo Jesus, um pouquinho mais você se aproxima
do nosso Rei.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo.
Não desperdice a base que você já construiu.
Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.
Pode não ser muito, mas vai mantê-lo na vida.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado. Mas, seja lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O QUE NOS FAZ DAR VALOR ÀS COISAS?‏

Sem etiqueta, sem preço...

A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto. Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura.
Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço. Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar.
Aquilo que não tem preço, porque não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a afeição.
Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.
Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.
A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.
A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.
O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria.
E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SER GENTE

Se a gente pudesse parar e pensar em ser Gente
Ser simplesmente gente
Sem querer ser gente demais
Gente que sorri, que sabe, que vive, e que chora
Gente que sabe se levantar,
Gente que escuta o problema da gente
E que aponta um futuro melhor,
Gente que vê a beleza do feio,
E que sabe no escuro enxergar,
Gente que faça da noite um dia
E que sofre quando a gente chora,
Gente que consiga transformar os amigos
Em gente bem gente
Ah! Mas se eu soubesse, onde existe essa gente,
Eu iria correndo, a essa gente encontrar...
E pediria a essa gente:"Me ensina ser gente?!"
E diria para o mundo que:"No mundo da gente, ainda tem gente,
Que é gente demais!...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ecos da Vida

Dona Maria levou seu filhinho Joãozinho ao fundo de um vale, e disse:
- Filhinho, hoje mostrarei a você o poder de nossas palavras.
Grite as palavras:
- Eu te odeio!
De repente, ele ouviu o som assustador de "EU TE ODEIO, Eu Te Odeio, Eu Te Odeio!" ecoando pelo vale.
Ela voltou-se para o filho e pediu:
- Agora grite as palavras Joãozinho: 'Eu Te Amo' o mais alto que puder.
Ele gritou com todas as forças: "EU TE AMO!" De repente, ouviu: "Eu TE AMO, Eu Te Amo, Eu Te Amo!"
ecoando ao seu redor.
Naquele instante Dona Maria mansamente disse a Joãozinho:
- Meu querido... Olhe dentro de um lago e veja um espelho de água refletindo sua imagem.
Ame outra alma e seu amor se refletirá de volta para você.

domingo, 11 de outubro de 2009

Saudade da ditadura!!!

Na "época da ditadura" podíamos acelerar nossos Mavericks a 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente...
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.
Não usávamos eufemismo hipócritas para fazer referências a raças, credos ou preferências sexuais, e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.
Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.
Galanteávamos a menina do contas a pagar e não sofríamos processo judicial por assédio, mas não podíamos falar mal do presidente.
As mulheres e idosos podiam passear pelo centro sem serem jogados ao chão por trombadinhas que os 'depenam' em dois segundos, na frente de todos, em pleno dia. Mas não podiam falar mal do presidente.
Podíamos sair dos 'happy hour' sem risco de bafômetros.
Mas não podíamos falar mal do presidente.
Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente...
Mais nada !!!
Que merda!!!

sábado, 10 de outubro de 2009

O que é Amor?? O que é Amar e ser Amado??

Toda vez que nós buscamos no outro o que nos falta, nós tornamos um objeto.Posso até admirar no outro o que não tenho em mim, mas não temos direito de fazer do outro uma representação
do que nos falta.
Isso não é amor, isso é ridículo.
O anonimato é um perigo para nós.
É sempre bom estarmos com pessoas que saibam exatamente quem somos e que decisões tomamos da vida.
É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja.
Amar alguém é um exercício constante, de não querer fazer do outro o que gostaríamos que ele fosse.
A experiência de amar e ser amado é acima de tudo, a experiência do respeito.
Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade outra é amar por valor.
Amar por necessidade é querer que o outro seja o que você quer.
Amar por valor é amar o outro como ele é, quando ele não tem mais nada a oferecer.
Na hora que forem embora as inutilidades você saberá o quanto é amado.