sábado, 30 de janeiro de 2010

Parabéns Gelzinho!!!


Hoje é um dia especial, um dia envolto pelos papéis decorativos da lembrança, amarrado com a fita da esperança.
Saiba abrir o presente e tenha a certeza de que o futuro ainda reserva a você momentos únicos, e eu, quero fazer parte de muitos deles.
Feliz Aniversário!!!!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Havia um garoto que, nos seus quase 8 anos, adquirira um hábito nada saudável:
Tudo para ele se resumia em dinheiro.
Queria saber o preço de tudo o que via.
Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra.
E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado.
A mãe o abriu e leu:
“Mamãe me deve: por levar recados - 3 reais; por tirar o lixo - 2 reais; por varrer o chão -
reais; extras - 1 real.
Total que mamãe me deve: 8 reais.”

A mãe espantou-se no primeiro momento.
Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto.
Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os 8 reais.
Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa.
Mas, então, percebeu que havia outro papel ao lado do seu prato.
Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Ele abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta:

“Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada.
Por cuidar da sua catapora - nada.
Pelas roupas, calçados e brinquedos nada.
Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada.
Total que filhinho deve à mamãe - nada.”

O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta.
Não conseguia dizer nenhuma palavra.
Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir deste dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Memórias de Infancia

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebe eram pintadas com cores bonitas, com tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station nem X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD ou Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.
Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho...
E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.
Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.
A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.
Acreditam que 'Missão Impossível' e 'Anjos de Charlie', são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:

1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O Caracol

Angustiado o caracolzinho se sentia infeliz.
Ele via que quase todos os animais eram mais ágeis que ele.
Uns brincavam, outros saltavam e ele se aborrecia debaixo do peso de sua carapaça e dizia bastante frustado;
- Ta vendo que futuro é ir devagarzinho, só eu sofrendo todos os males.
Ai seus amigos, familiares tentavam consolá-lo, mas ninguém conseguia.
Ai um dia a tartaruga que também tem carapaça disse assim:
-Caracolzinho pense que se a natureza lhe deu essa carapaça foi para alguma coisa.
- Há sim, claro para alguma coisa será, pode me explicar qual é esta coisa ?
E mais chateado ainda ele ficava por receber tantos conselhos.
O caracolzinho se tornou tão insuportável, era tanta reclamação que todos sabe o que fizeram?
O abandonaram, e ele continuava com sua carapaça as costas cada vez mais pesadas para o seu gosto.
Um dia desabou uma tempestade, mas choveu, choveu, choveu durante muitos dias.
Parecia um dilúvio, as águas subiram, inundaram tudo, muitos animaizinhos que ele invejara estavam agora em grande dificuldade.
O caracolzinho porem encontrou o refugio seguro dentro de sua carapaça, estava totalmente protegido.
Desde então ele compreendeu a utilidade de sua lenta e pesada carapaça, deixou de protestar e tornou-se um animalzinho simpático e querido por todos.

Lógico é uma estorinha de criança, mas que vale a pena.
Não invejamos de imediato as razões de algo pelo qual passamos que nos angustia.
Um dia, não tardará, iremos descobrir o porquê desse peso.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Mudança

Quando eu era jovem e livre, sonhava em mudar o mundo.
Na maturidade, descobri que o mundo não mudaria.
Então resolvi transformar meu país.
Depois de algum esforço, terminei por entender que isto também era impossível.
No final de meus anos procurei mudar família, mas eles continuaram a ser como eram.
Agora, no leito de morte, descubro que minha missão teria sido mudar a mim mesmo.
Se tivesse feito isto, eu teria sido capaz de transformar minha família.
Então, com um pouco de sorte, esta mudança afetaria meu país e
– quem sabe... o Mundo inteiro.
No mundo só podemos mudar a nós mesmos.
E com essa mudança nós vamos transformar tudo que está ao nosso redor.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Acredite em Você!!!


Escolha os seus próprios caminhos.
E tenha coragem de errar.
Você vai ver que asssim acerta mais do que erra.
Desfrute de novos sabores.
Mesmo aqueles que parecem estranhos.
Você pode ter boas surpresas.
Confie mais na sua própria experiência.
O que os outros pensam não pode mudar sua vida.
Porque a verdadeira felicidade é simples assim.
Está dentro de você.

domingo, 17 de janeiro de 2010

O Bem Mais Precioso

Conta-se que há muitos anos atrás, Antônio se apaixonou por Mônica e resolveram se casar.
Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.
A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro.
Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.
Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo:
- Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar.
Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais.
- Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então.
O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a Mônica não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou.
Casaram-se.
Decididos a melhorar de vida ambos trabalharam muito e foram recompensados.
Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais.
E tempo passou e o casal prosperou.
Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.
Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza.
Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.
Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.
Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.
- Você não liga para mim!
- gritou o marido - só pensa em você, em roupas e jóias.
- Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais.
Não há motivo para continuarmos juntos.
Mônica ficou pálida o olhou com olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.
- Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora.
Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados.
Ele concordou.
A noite chegou.
Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.
Alta madrugada o marido adormeceu, exausto.
Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.
Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido.
Não sabia onde estava e, quando se sentou na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho:
- Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento.
- Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso.
Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.
Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.
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O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida.
Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro