Qual é a maior dor?
Você já pensou nisso?
Um jovem deixou um bilhete aos familiares, pouco antes de cometer suicídio, e expressou no papel o que estava sentindo.
Disse ele que a maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.
É perder alguém que nos amava e que deixou de se importar
conosco. É ser deixado de lado por quem tanto nos apoiava e constatar
que esse é o resultado da nossa negligência.
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista.
É não ter um amigo telefonando só para dizer "olá".
É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos,
sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e
nos ajudar a reerguer o nosso ânimo.
É quando parece que nas aflições estamos sozinhos com as nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode parecer mais leve quando alguém nos dá atenção.
É bem possível que esse jovem tenha tido seus motivos para escrever o que escreveu.
Todavia, em nenhum momento deve ter pensado naqueles que o rodeavam.
Se pudesse sentir a dor de um coração de mãe dilacerado ante o corpo sem vida do filho amado...
Se pudesse experimentar o sofrimento de um pai que tenta, em vão, saber do filho morto o que o levou a tamanho desatino...
Se sentisse o desespero de um irmão que busca resposta nos lábios imóveis do ser que lhe compartilhou a infância...
Se pudesse suportar, ainda que por instantes, a dor de um amigo
sincero a contemplar seus lábios emudecidos no caixão, certamente
mudaria seu conceito sobre a maior dor.
Se você pensa que está passando pela maior dor que alguém pode experimentar, considere o seguinte:
Uma mãe que chora sobre o corpo do filho querido que foi alvo das bombas assassinas, em nome das guerras frias e cruéis.
Uma criança debruçada sobre o corpo inerte da mãe atingida por granadas mortíferas.
Um órfão de guerra que é obrigado a empunhar as mesmas armas que aniquilaram seus pais...
Um pai de família que assiste o assassinato dos seus, de mãos amarradas.
Enfim, pense um pouco nessas outras dores...
Pense um pouco nos tantos corações que sofrem dores mais amargas que as suas.
E se ainda assim você estiver certo de que a sua dor é maior,
lembre-se daquela mãe que um dia assistiu a crucificação do filho
inocente, sem poder fazer nada.
Lembre-se também daquele que suportou a cruz do martírio mas não perdeu a confiança no pai, que tudo sabe.
E se ainda assim você achar que é o maior dos sofredores, considere que talvez o egoísmo esteja prejudicando a sua visão.
Pense nisso!
Descobrir qual é a maior dor, é muito difícil.
Mas a maior decepção é fácil de deduzir.
É a daqueles que se suicidam pensando que extinguirão a vida e com ela todos os problemas.
Esses saem do corpo, mas, indubitavelmente, não saem da vida e, muito menos, acabam com os problemas.
Portando, por mais difícil que esteja a situação, nunca vale a pena buscar essa porta falsa, chamada suicídio.
É importante lembrar sempre:
por mais escura e longa que seja a noite, o sol sempre volta a brilhar.
Sejam bem vindos a este espaço!!! A casa é sua, entre, fique a vontade, visite todos os cantinhos, cada um é um pedaço de mim....
segunda-feira, 26 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
A alma infantil
É necessário ter cuidado para entendê-la, e sensibilidade no coração para admirá-la.
A autora nos narra que, certa vez, ouviu o comentário de uma professora que, admirada, contava sobre alguns presentes recebidos de alunos seus:
Os presentes mais engraçados que eu já recebi de alunos, foram, certa vez, na zona rural:
Um, levou-me uma pena de pavão incompleta: só com aquela parte colorida na ponta. Outro, uma pena de escrever, dourada, novinha. Outro, um pedaço de vidro vermelho...
Cecília afirma que seus olhos se alargaram de curiosidade, esperando a resposta da professora sobre sua compreensão a respeito de cada um dos presentes.
A amiga, então, seguiu dizendo: O caco de vidro foi o que mais me surpreendeu. Não sabia o que fazer com ele. Pus-me a revirá-lo nas mãos, dizendo à criança:
"Mas que bonito, hein? Muito bonitinho, esse vidro..."
E procurava, assim, provar-lhe o agrado que me causava a oferta.
Ela, porém, ficou meio decepcionada, e, por fim, disse: "Mas esse vidro não é para se pegar, Não... Sabe para que é?
Olhe: a senhora põe ele assim, num olho, e fecha o outro, e vai ver só: fica tudo vermelho... Bonito, mesmo!"
A professora finalizou dizendo que esses presentes são, em geral, os mais sinceros. Têm uma significação muito maior que os presentes comprados.
Cecília Meirelles vai além, e busca ainda fazer uma análise de caráter psicológico:
O que me interessou, no caso relatado, foram os indícios da alma infantil que se encontraram nos três presentes. E os três parecem ter trazido a mesma revelação íntima:
Uma pena de pavão incompleta reparem bem -, só com aquele pedacinho "colorido" na ponta, uma pena de escrever "dourada" novinha, e um caco de vidro "vermelho" são, para a criança, três representações de beleza.
Três representações de beleza concentradas no prestígio da cor e desdobradas até o infinito, pelo milagre da sua imaginação.
Essas três ofertas, portanto, da mais humilde aparência (para um adulto desprevenido), não devem ser julgadas como esforço entristecido da criança querendo dar um presente, sem ter recursos para comprar.
A significação de dinheiro, mesmo nas crianças de hoje, ainda é das mais vagas e confusas.
E sua relação de valor para com os objetos que a atraem é quase sempre absolutamente inesperada.
Eu tenho certeza - diz a autora ainda º de que uma criança que dá a alguém uma pena dourada, uma pena de pavão e um caco de vidro vermelho, os dá com certo triunfo.
Dá com certa convicção de que se está despojando de uma riqueza dos seus domínios, de que está sendo voluntariamente grande, poderosa, superior.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Gentilezas diárias
A vida é repleta de pequenas gentilezas, tão sutis quanto marcantes no nosso cotidiano.
O jardim florido oferece um colorido para a paisagem, o sol empresta suas cores para o céu antes de se pôr, a borboleta ensina suavidade e leveza para quem acompanha seu voo.
A gentileza tem essa característica: sutil mas marcante, silenciosa e ao mesmo tempo eloquente, discreta e contundente.
O portador da gentileza o faz pelo prazer de colorir a vida do próximo com suavidade, para perfumar o caminho alheio com brisa suave que refresca a alma.
A gentileza tem o poder de roubar sorrisos, quebrar cenhos carregados ou aliviar o peso de ombros cansados pelas fainas diárias.
E ela se faz silenciosa, algumas vezes tímida, inesperada na maioria das vezes, surpreendendo quem a recebe.
A gentileza não se pede, muito menos se exige... É presente de almas nobres, presenteando outras almas, pelo simples prazer de fazer o dia do outro um pouco mais leve.
Você já experimentou o prazer de ser gentil? Experimente oferecer o seu bom dia a quem encontrar no ponto de ônibus, no elevador ou no caixa do supermercado.
Mas não o faça com as palavras saindo da boca quase que por obrigação. Deseje de sua alma, com olhos iluminados e o sorriso de quem deseja realmente um dia bom, para quem compartilha alguns minutos de sua vida.
A gentileza é capaz de retribuir com nobreza quando alguém fura a fila no supermercado ou no banco, com a sabedoria de que alguns breves minutos não farão diferença na sua vida.
Esquecemos que alguns segundos no trânsito, oferecendo a passagem para outro carro, ou permitindo ao pedestre terminar de atravessar a rua não nos fará diferença, mas facilitará muito a vida do outro.
E algumas vezes, dentro do lar, a convivência nos faz esquecer que ser gentil tempera as relações e adoça o caminhar.
E nada disso somos obrigados a fazer, mas quando fazemos, toda a diferença se faz sentir...
A gentileza se faz presente quando conseguimos esquecer de nós mesmos por um instante para lembrar do próximo. Quando abrimos mão de nós em favor do outro, por um pequeno momento, a gentileza encontra oportunidade de agir.
Ninguém focado em si mesmo, mergulhado no seu egoísmo, encontra oportunidade de ser gentil. Porque, para ser gentil, é fundamental olhar para o próximo, se colocar no lugar do próximo, e se sensibilizar com a possibilidade de amenizar a vida do nosso próximo.
Se não é seu hábito, exercite a capacidade de olhar para o próximo com o olhar da gentileza. Ofereça à vida esses pequenos presentes, espalhando aqui e acolá a suavidade de ser gentil.
E quando você menos esperar, irá descobrir que semear flores ao caminhar, irá fazer você, mais cedo ou mais tarde, caminhar por estradas floridas e perfumadas pela gentileza que a própria vida irá lhe oferecer.
O jardim florido oferece um colorido para a paisagem, o sol empresta suas cores para o céu antes de se pôr, a borboleta ensina suavidade e leveza para quem acompanha seu voo.
A gentileza tem essa característica: sutil mas marcante, silenciosa e ao mesmo tempo eloquente, discreta e contundente.
O portador da gentileza o faz pelo prazer de colorir a vida do próximo com suavidade, para perfumar o caminho alheio com brisa suave que refresca a alma.
A gentileza tem o poder de roubar sorrisos, quebrar cenhos carregados ou aliviar o peso de ombros cansados pelas fainas diárias.
E ela se faz silenciosa, algumas vezes tímida, inesperada na maioria das vezes, surpreendendo quem a recebe.
A gentileza não se pede, muito menos se exige... É presente de almas nobres, presenteando outras almas, pelo simples prazer de fazer o dia do outro um pouco mais leve.
Você já experimentou o prazer de ser gentil? Experimente oferecer o seu bom dia a quem encontrar no ponto de ônibus, no elevador ou no caixa do supermercado.
Mas não o faça com as palavras saindo da boca quase que por obrigação. Deseje de sua alma, com olhos iluminados e o sorriso de quem deseja realmente um dia bom, para quem compartilha alguns minutos de sua vida.
A gentileza é capaz de retribuir com nobreza quando alguém fura a fila no supermercado ou no banco, com a sabedoria de que alguns breves minutos não farão diferença na sua vida.
Esquecemos que alguns segundos no trânsito, oferecendo a passagem para outro carro, ou permitindo ao pedestre terminar de atravessar a rua não nos fará diferença, mas facilitará muito a vida do outro.
E algumas vezes, dentro do lar, a convivência nos faz esquecer que ser gentil tempera as relações e adoça o caminhar.
E nada disso somos obrigados a fazer, mas quando fazemos, toda a diferença se faz sentir...
A gentileza se faz presente quando conseguimos esquecer de nós mesmos por um instante para lembrar do próximo. Quando abrimos mão de nós em favor do outro, por um pequeno momento, a gentileza encontra oportunidade de agir.
Ninguém focado em si mesmo, mergulhado no seu egoísmo, encontra oportunidade de ser gentil. Porque, para ser gentil, é fundamental olhar para o próximo, se colocar no lugar do próximo, e se sensibilizar com a possibilidade de amenizar a vida do nosso próximo.
Se não é seu hábito, exercite a capacidade de olhar para o próximo com o olhar da gentileza. Ofereça à vida esses pequenos presentes, espalhando aqui e acolá a suavidade de ser gentil.
E quando você menos esperar, irá descobrir que semear flores ao caminhar, irá fazer você, mais cedo ou mais tarde, caminhar por estradas floridas e perfumadas pela gentileza que a própria vida irá lhe oferecer.
40 Desejos que fariam meu País ter mais Amor
- Quero 0,20 Centavos de volta das passagens (só pra começar)
- Quero transporte público que valha o preço antigo da passagem
- Quero eliminar a chance da impunidade eterna que a Pec 37 tenta impor na maior cara de pau
- Quero Hospitais equipados
- Quero Médicos nos hospitais equipados
- Quero escolas públicas equipadas
- Quero professores com bons salários nas escolas públicas equipadas
- Quero professores livres de estresse e depressão nas escolas públicas equipadas
- Quero sair sem ter medo de ser assaltado por bandidos
- Quero sair sem ter medo de sofrer por assalto e abuso de autoridade dos policiais
- Quero poder sair pra me manifestar sem ter medo de levar uma bala de borracha quando eu pedir paz, justiça e cidadania
- Quero poder sair pra me manifestar sem ter medo de respirar gás lacrimogênio quando eu pedir paz, justiça e cidadania
- Quero poder sair pra me manifestar sem ter medo de levar spray de pimenta nos olhos quando eu pedir paz, justiça e cidadania
- Quero poder sair pra me manifestar sem medo de ser preso e sofrer repressão física e coerção violenta do Estado
- Quero transparência nas contas públicas que mostrem como o meu dinheiro está indo
para os médicos nos hospitais equipados,para os hospitais equipados, para as escolas públicas equipadas, para o transporte que valha o preço antigo das passagens e para os professores sem depressão e sem estresse - Quero mais transparência sobre as reservas de nióbio
- Quero um alto retorno social em troca pelos impostos enormes que pago
- Quero eficiência no funcionamento da máquina pública
- Quero uma reestruturação moderna desse aparato político ridículo e velho
- Quero inteligência nos processos de criação de leis
- Quero que as escolas ensinem às crianças o que são leis
- Quero que as escolas ensinem às criançås como fazer leis
- Quero que as escolas ensinem às crianças como monitorar seus políticos
- Quero que as escolas ensinem às criançås como buscar seus direitos
- Quero que as escolas ensinem às crianças como destituir políticos corruptos
- Quero que as escolas ensinem às criançås como ter a fé de que elas podem realizar seus sonhos
- Quero que o retorno no índice de Desenvolvimento Humano pelo meu investimento que faço no país seja como dos Estados Unidos, do Canadá ou da Noruega
- Quero que as pessoas tenham mais oportunidades de ter retorno real pelo esforço no mercado de trabalho
- Quero uma economia mais digna, menos massacrada pelos impostos
- Quero um país que forme cidadãos que sonhem fazer a diferença, e não que sonhem fazer um concurso.
- Quero que os cidadãos sejam ensinados que viver encostado com “estabilidade” em um Estado inchado de contas que não produz nada a não ser papel é fazer crescer o problema, e multiplicar a classe que é uma espécie de “zumbi social”
- Quero que o Estado pare de contratar servidores públicos e favoreça as empresas, para que elas criem empregos e contratem trabalhadores por salários maiores. Porque sentar a bunda na cadeira e trabalhar com o que não se gosta só por causa da estabilidade é CHATO PRA CACETE.
- Quero um Estado que capacite melhor seus trabalhadores, para que as empresas que hoje não encontram profissionais disponíveis e qualificados no mercado possam encontrá-los, e assim produzir mais riqueza para todos
- Quero uma economia menos soterrada por impostos, com um governo responsável controlando suas contas.
- Quero um Estado que aplique mecanismos econômicos de ofeta e demanda em sua estrutura, para que haja cada vez menos coronelismo e votos de cabresto
- Quero um Estado que funcione de forma meritocrática, premiando políticos por alcançarem o máximo dos resultados prometidos no início de seus mandatos
- Quero políticos que aceitem ter suas contas bancárias transparentes
- Quero políticos corruptos impedidos de concorrerem novamente a qualquer cargo público
- Quero saber se eu estou errado em algum desses pontos.
- Quero saber o que você também quer para o nosso país.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Envelhecer
EnvelhecerAutoria de um excelente professor de física e matemática que também sabe escreverConselho aos da minha geração.Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos! De que adianta, é assim mesmo. Isso é um processo natural. É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia. Essa lei diz que: “A energia de um corpo tende a se degenerar e com isso a desordem do sistema aumenta”. Portanto, tudo que foi composto será decomposto, tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar. Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós. Com o tempo os membros se enfraquecem, os sentidos se embotam. Sendo assim, relaxe e aproveite. Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha daqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós. O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez. Como disse um dos meus amigos a sua esposa: “me use, estou acabando!”. Hilário, porém realista.Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi. Pare de evocar lembranças de romances mortos, vai se ferir com a dor que a si próprio inflige. Já viveu essa fase, reconcilie com a sua situação e permita que o passado se torne passado. Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada. O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero.Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho pra não se tornar caricatura de si mesmo. Fazendo isso ganhará qualidade de vida. Querer reconquistar esse passado seria um retrocesso e o preço a ser pago será muito elevado. Serão muitas plásticas, muitos riscos e mesmo assim você verá que não ficou como outrora. A flor da idade ficou no pó da estrada. Então, para que se preocupar?! Guarde os bisturis e toca a vida.Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Você nunca me verá por lá. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. Os feios são mais felizes, mais despreocupados com a beleza, na verdade ela nunca lhes fez falta, utilizaram-se de outros atributos e recursos. Inclusive tem uns que melhoram na medida em que envelhecem. Para que se preocupar com as rugas, você demorou tanto para tê-las! Suas memórias estão salvas nelas. Não seja obcecado pelas aparências, livre-se das coisas superficiais. O negócio é zombardo corpo disforme e dos membros enfraquecidos.Essa resistência em aceitar as leis da natureza acaba espalhando sofrimento por todos os cantos. Advêm consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna, as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos, as loucas alegrias e os desenfreados prazeres. Isso se transforma numa dor que você não tem como aliviar e condena a ruína sua própria alma. Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase. Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu. Se não viveu na fase devida o melhor a fazer é esquecer.A causa do sofrimento está no apego, está em querer que dure o que não foi feito para durar. É viver uma fase que não é mais sua. Tente controlar essas emoções destrutivas e os impulsos mais sombrios. Isso pode sufocar a vida e esvaziá-la de sentido. Não dê ouvidos a isso, temos a tentação de enfrentar crises sem o menor fundamento. Sua mente estará sempre em conflito se ela se sentir insegura. A vida é o que importa. Concentre-se nisso. A sabedoria consiste em aceitar nossos limites.Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero. Faça o que pode ser feito com o que está disponível. Quer um conselho? Esqueça. Para o seu bem, esqueça o que passou. Têm tantas coisas interessantes para se viver na fase em que está. Coisas do passado não te pertencem mais. Se você tem esposa e filhos experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos, faça a festa, celebre a vida, agora você tem mais tempo, aproveite essa disponibilidade e desfrute. Aceitando ou não o processo vai continuar. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora. Nada nos pertence.Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte. Não posso dizer que pelo fato de conhecer grande parte do Brasil sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto. O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: “quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”.Esse é o segredo de uma boa vida.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
SIMPATIAS DE SANTO ANTONIO
SIMPATIAS DE SANTO ANTONIO PARA ARRANJAR NAMORADO
Comprar uma pequena imagem de Santo António. Virar o Santo Antônio de cabeça para baixo, dentro de um copo com água, dizendo que o porá de pé quando tiver arranjado namorado.
Pegue na imagem do Santo António, e fale com ele. Diga-lhe que enquanto ele não lhe arranjar um namorado ficará no frigorifico, se demorar que irá para o congelador. Retire-o de lá quando o seu amor lhe bater á porta.
Logo na manhã do dia 12 de Junho, véspera de Santo Antonio, compre um metro de fita azul, de qualquer largura, e escreva nela o nome completo da pessoa amada. Guarde a fita junto ao seu coração. À noite, conte 7 estrelas no céu, e enquanto conta faça um pedido ao santo, para que ele ajude você a conquistar o coração dessa pessoa. No dia seguinte, amarre a fita nos pés da imagem de Santo Antonio e deixe lá, até conseguir namorar com ele ou com outro de seu agrado.
Abra a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial na sua vida, dizendo: "Santo Antônio, protetor dos namorados, faça chegar até a mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz."Você pode ainda acender uma vela rosa de qualquer tamanho em um pires com mel e pedir a Arcanjo Haniel a verdadeira realização afetiva.
Precisará de: 3 três penas de qualquer passarinho, 3 pétalas de rosas, de qualquer cor, 1 medalha de Santo Antonio
No dia de Santo Antonio: embrulhe tudo num paninho branco e leve o consigo no bolso. Ao trocar de roupa, também troque o embrulhinho de bolso. Faça isso por 10 dias e depois jogue num gramado as penas e as pétalas, mas conserve o a medalha em algum lugar entre suas coisas.
Pegue em 7 rosas e coloque-as num vaso bonito. Enquanto faz isso reze para Santo Antônio. Depois que elas secarem, leve as pétalas até uma igreja onde aconteçam muitos casamentos.
Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente, com água filtrada, e deixar no relento, na véspera do dia de Santo Antonio, peça tudo o que deseja a nível de realização afetiva tipo (felicidade, harmonia, romantismo, companheirismo, cumplicidade, afeto, dedicação, carinho, amor, compreensão, etc...)
No dia seguinte, passar a água: nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade, e que o amor seja pleno e digno.
No dia de Santo Antônio, olhe para o céu e escolha uma estrela . Fixe nela seu olhar e faça seu desejo com fervor. Abra os braços e agradeça ao Universo a chegada do amor.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Quando enfrento as tempestades
Tem dias que me sinto caminhando contra um forte vento. Como se todas as minhas desilusões, tristezas, desenganos me pesassem na alma, dificultando os movimentos.
E a dor moral é tamanha, que faz desmoronar meu refúgio. Como se nenhum lugar fosse abrigo para minhas dores, como se meu coração não pudesse descansar em lugar algum.
E a incompreensão é como surra nos meus sentimentos. Como se não houvesse ninguém no mundo capaz de me ouvir sem me julgar, sem me dizer que…
Eu tenho que ser inabalável.
São nesses dias que perguntas e mais perguntas povoam a minha mente, que as promessas de um futuro bom parecem não ter sentindo ou que todos os meus desejos são inalcançáveis.
Dias assim desafiam a minha existência, minha força, minha vontade de viver e vencer. Desafiam minha estrutura emocional, colocam à prova tudo que julgo ter aprendido, todos os conselhos que dou, tudo que me construiu até aqui.
Não vejo nada de encantador quando caminho sob forte tempestade. Não sinto nenhum alivio ou transformação quando estou sob impacto de granizos arrasadores, quando a enxurrada me arrasta e me provoca…
Tantas dores.
Mas se consigo perseverar, se apesar de todos os obstáculos, de todas as imposições da subida eu não me abandono, se consigo buscar em mim uma conexão, mínima que seja com o bem, eu me aproximo Daquelas forças superiores e invisíveis, eu me aproximo da fé que me sustenta e canto.
Cantar é o meu jeito de prece
mais bonito.
É o jeito de me ninar, de me encorajar, de me elevar, de me abençoar e dizer a Deus que estou doendo tanto que parece que não haverá fim, de pedir ajuda para que nenhuma dor me afaste de mim, Dele, da minha vontade de vencer e vencer no bem.
E quando consigo fazer esta conexão, entendo e aceito todas as supostas conspirações contra mim como um meio de me fazer crescer, como um jeito difícil mas necessário de me fortalecer e por a prova o que suponho ser e quem quero me tornar.
E não há sensação mais gratificante do que a de chegar lá em cima e ver que nenhum esforço foi em vão.
Renata D´Carpe
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