terça-feira, 14 de maio de 2013

Goste de quem gosta de você


Goste de quem gosta de você.
Cuide de quem te cuida.
Faça feliz a quem a faz também.
Não guarde mágoas, ressentimentos, saudades, arrependimentos. 
Não guarde nada que pese no seu coração
Respeite quem a respeita, mas também respeite quem não demonstra respeito nenhum.
Uma das maiores qualidades que um ser humano pode ter é a superioridade.
Sorria pra quem sorrir pra você
Ligue pra saber como a pessoa está, se ela chegou bem em casa, pequenas atitudes fazem a diferença.
Conte algumas verdades ,mas nem por isso seja dura com as pessoas ao seu redor.
E se importe com os sentimentos.
Tente se colocar no lugar das pessoas algumas vezes, e entenda que a dor é relativa, que a força de um, não é a mesma que a de outro.
Se dê tempo pra escutar, mas escutar de verdade, as dores dos outros, e também as alegrias, as vitórias, as histórias.
Dê a sua opinião, mostre interesse, mas não aconselhe, porque no fundo todos sabemos o que desejamos. 
Dê o melhor de si pra as pessoas, mas pra aquelas que saberão e irão reconhecer o valor da sua presença.

IMELDA SITOLE

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos,
lavar alguns desejos que estavam enferrujando...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas
Guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de uma amiga sem gratidão, lembranças de um dia triste...
Mas lá havia outras coisas... belas!!!
Uma lua cor de prata... os abraços...
aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo...
o pôr do sol... uma noite de amor .
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão,
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima -
pois quase não as uso - e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que
fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.
Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…..
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado,
dobrei direitinho os desejos,
perfumei na esperança,
passei um paninho nas minhas metas
e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância;
em cima, as de minha juventude, e...
pendurado bem à minha frente,
coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...

Martha Medeiros 

terça-feira, 7 de maio de 2013

A sensação de solidão diante da contrariedade se baseia na ideia de que, quando há divergências, a unidade própria do elo amoroso se rompe.

Quando surge a diferença de opinião acontece a ruptura dessa "unidade" que se forma pela união de duas "metades": parece que o amor acabou.

Os que conseguem construir sólida individualidade se tornam mais capazes de tolerar diferenças no modo de ser dos outros, inclusive do amado.

É preciso prestar muita atenção às queixas do amado diante de situações que não nos aborreceriam: cada pessoa é única e reage do seu jeito.

Uma relação só é gratificante, estável e duradoura quando ambos estão felizes: convém zelar pelo bem-estar do amado tanto quanto pelo nosso!

Um aspecto muito relevante é o casal ser capaz de conversar sobre temas controversos de uma forma educada, respeitosa, até mesmo carinhosa.

Não basta conversarem de forma civilizada: é essencial que se preste a devida atenção aos argumentos do amado sempre em busca da concórdia.


Flávio Gikovate

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Elegância do Comportamento



Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que talvez por isso, esteja cada vez mais rara:
- a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado, diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha, da primeira hora da manhã, até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la, nas pessoas que não usam um tom superior de voz, ao se dirigir à frentistas, por exemplo.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém é muito elegante...

terça-feira, 30 de abril de 2013

Voltar ao passado!

Voltar ao passado... revivê-lo... e lembrar de momentos que passaram e nunca vão voltar é, muitas vezes, melancólico. 
Mas, nem sempre é assim! 
Alguns momentos difíceis que, na hora, pareciam o fim do mundo foram ultrapassados por outros que vieram, alguns até melhores. 
Essa "viagem" - porque é uma viagem - mostra que a vida é mesmo imprevisível e que tudo pode acontecer a qualquer instante, desde que a gente esteja aberto e receptivo. 
A você, que vai fazer seu balanço, eu daria uma sugestão: mesmo que não costume escrever, compre um caderno e toda noite, antes de dormir , faça um pequeno resumo do seu dia. 
Escreva coisas mais banais, conte que tomou ônibus, quanto pagou pela passagem, que comprou um sapato, descreva a cor e o modelo, que pensou em ir ver um determinado filme, que brigou com o namorado; conte seu dia enfim, e faça disso um hábito. 
Todas nós temos curiosidade de saber como foi a vida de nossas avós. Se elas tivessem feito isso, que riqueza seria ler esses pequenos relatos do cotidiano, saber como era a vida quando elas eram jovens, o que queriam, com o que sonhavam. 
Sabemos muito pouco sobre as pessoas mais próximas de nós e, se você seguir essa sugestão, um dia seus netos e bisnetos vão encontrar esses cadernos, que serão para eles um verdadeiro tesouro. 
Como eu gostaria de saber como era a vida de minha avó, isso me ajudaria a compreender melhor por que sou o que sou. 
É sempre hora para começar, e não existe dia melhor para isso do que o 1º de janeiro. 
No fim do ano, você vai ler o que escreveu e ver que se aborreceu com coisas bobas, que teve alegrias das quais tinha esquecido, que amores que pareciam eternos não foram tão eternos assim, que as coisas passam, que é fundamental ter esperança e que a vida vale a pena, sempre! Escreva, sim; será uma conversa sincera com você mesma, e quando, no final de 2007, ler o que escreveu, vai levar alguns sustos, mas faz parte. 
Prepare-se também para se emocionar e saiba: qualquer vida, mesmo aparentemente mais banal, dá um romance.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Que tal você ousar fazer?


O passo a mais que, longe, muito longe, 

  damos a cada caminhada é o que nos coloca
mais próximos de tudo o que ainda podemos ser.
A tentativa além, 
um pouco mais além, 
de todas as que já fizemos 
é a que mais claramente revela do que somos capazes
e até onde poderemos chegar.
Quantos de nós nos entregamos antes mesmo de tentar.
Pela simples dificuldade de perceber
que é possível ultrapassar o limite do círculo que em torno de nós 
e ao longo da vida traçamos.
Quantas vezes estivemos na iminência de girar a maçaneta da porta que nos levaria 
da escuridão à claridade e não o fizemos,
simplesmente por não aceitar o impulso livre,
soberano e intuitivo que conduzia nossas mãos a girar.
Por não crer na liberdade, 
nos impulsos da alma e na própria intuição.
Quantas vezes hoje você ouviu seu coração?

Sem temer, 
sem limitar, 
sem pré-conceber, 
sem pré-julgar, 
sem se prender, 
deixando-se levar pelo prazer de descobrir, 
correr riscos e realizar.
Pobre de quem põe a nuvem do medo diante dos olhos.
Que prefere fugir a se dar o direito de praticar o sonho.
Tem aquele que, sem saber que era impossível, foi lá e fez
Esta é sua vez.
O verdadeiro poder é de quem ousa.

Ouse fazer

domingo, 28 de abril de 2013

Pessoas são Músicas...

Você já percebeu ???
Elas entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.

Como os ataques de guitarras e metais presentes em cada clarão da manhã.
Olhe a pessoa que está ao seu lado e você vai descobrir, olhando fundo, que há uma melodia brilhando no disco do olhar. Procure escutar.
Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, compreendidas, interpretadas.
Para tocarem nossas vidas com a mesma força do instante em que foram criadas, para tocarem suas próprias vidas com toda essa magia de serem músicas.
E de poderem alçar todos os vôos, de poderem vibrar com todas as notas, de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a elas foi dado pelo Compositor.
Pessoas são músicas como você. 
Está ouvindo? Como você. 
Pessoas têm que fazer sucesso. 
Mesmo que não estejam nas paradas. 
Mesmo que não toquem no rádio.