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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um Meio ou uma Desculpa


Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem, mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores, pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO...
Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa!
PENSE BEM NISTO!!!...
ROBERTO SHINYASHIKI

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Seja feliz - Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Poutz!
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos.
E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo.
Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida e esse é o único 'não' realmente aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: PASSAGEIRAS.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um leitinho gostoso agora?
'A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios'.
'Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche'

sábado, 14 de novembro de 2009

Pudim

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúscula do meu pudim preferido.
Uma só...Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de 'meias porções', de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar' e 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, tão politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua, ocompasso, a bússola, a balança e, quem sabe, algo dos 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos(devemos?) desejar alguns ou vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo,o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: um pudim inteiro, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macia e o Richard Gere, embrulhado pra presente.
OK? Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.

Marta Medeiros

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Seja feliz - Arnaldo Jabor


A idiotice é vital para a felicidade
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Poutz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo.
Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida e esse é o único 'não' realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: PASSAGEIRAS.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um leitinho gostoso agora?
'A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios'.
'Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche'

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

JURISDIÇÃO NOS RELACIONAMENTOS

Já parou pra pensar sobre a jurisdição do relacionamento?
Todo relacionamento traz embutido um processo de conhecimento, para depois ter o processo de execução.
A doutrina da mocidade, então, inventou as medidas cautelares e a tutela antecipada.
Afinal de contas, com o 'fica', você já obtém aquilo que conseguiria como relacionamento principal, e, além do mais, já toma conhecimento de tudo o que possa acontecer no futuro, já estando precavido.
Esse processo de conhecimento pode ser extinto sem julgamento de mérito, por carência de ação...
E sem o impulso oficial a coisa não vai pra frente; pode ser por ilegitimidade de parte, que normalmente se constata apenas na fase probatória; ou, ainda, impossibilidade do pedido, ou seja, chega a um determinado ponto, que não tem quem agüente; e ainda, o mais freqüente, que é a falta de interesse... aí paciência!
E logo na petição inicial, pode ocorrer o indeferimento por inépcia.
Imagine só... logo no início, já chegar sem qualquer fundamento.. .
Se ocorrer intervenção de terceiros, aí a coisa complica, pois amplia objetiva e subjetivamente o relacionamento, tornando-se uma questão prejudicial.
Pois, como se sabe, todo litisconsórcio ativo é facultativo, dependendo do grau de abertura e modernidade do relacionamento.
É necessário estar sempre procedendo ao saneamento do relacionamento, para que se mantenha a higidez para as fases futuras.
É um procedimento especial, uma mescla entre processos civil e penal -, podendo seguir o rito ordinário, sumário, ou, até mesmo, o sumaríssimo.. . dependendo da disposição de cada um.
A competência para dirimir conflitos é concorrente.
E a regra é que se busque sempre a transação.
Com o passar do tempo, depois de produzidas todas as provas de amor, chega o momento das alegações finais... é o noivado!
Este pode acontecer por simples requerimento ou então por usucapião.
Alguns conseguem a prescrição nesta fase.
E na hora da sentença: 'Eu vos declaro marido e mulher, até que a morte os separe'.
Em outras palavras, está condenado à pena de prisão perpétua.
São colocadas as algemas no dedo esquerdo de cada um, na presença de todas as testemunhas de acusação.
E, de acordo com as regras de direito das coisas, 'o acessório segue o principal'.. . casou, ganha uma sogra de presente.
E neste caso específico, ainda temos uma exceção, pois laços de afinidade não se desfazem com o fim do casamento.
Mas essa sentença faz apenas coisa julgada formal.
É possível revê-la a qualquer tempo... mas se for consensual, tem que esperar um ano, apenas! Talvez você consiga um 'habeas corpus' e consiga novamente a liberdade.
Como disse alguém que não me lembro agora, 'o casamento é a única prisão em que se ganha liberdade por mau comportamento' .
Ah! Nesse caso, você será condenado nas custas processuais e a uma pena restritiva de direitos: prestação pecuniária ou perdimento de bens e valores.

Diego Quirino (advogado paraibano)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A minha felicidade não é a sua


(...)NO MAIS RECENTE LIVRO DE CARLOS Moraes, o ótimo “Agora Deus vai te pegar lá fora”, há um trecho em que uma mulher ouve a seguinte pergunta de um major: “Por que você não é feliz como todo mundo?”
A que ela responde mais ou menos assim: “Como o senhor ousa dizer que não sou feliz? O que o senhor sabe do que eu digo para o meu marido depois do amor? E do que eu sinto quando ouço Vivaldi? E do que eu rio com meu filho? E por que mundos viajo quando leio Murilo Mendes? A sua felicidade, que eu respeito, não é a minha, major.”
E assim é. Temos a pretensão de decretar quem é feliz ou infeliz de acordo com nossa ótica particular, como se felicidade fosse algo que pudesse ser visualizado. Somos apresentados a alguém com olheiras profundas e imediatamente passamos a lamentar suas prováveis noites insones causadas por problemas tortuosos.
Ou alguém faz uma queixa infantil da esposa e rapidamente decretamos que é um fracassado no amor, que seu casamento deve ser um inferno, pobre sujeito.
É nestas horas que junto a ponta dos cinco dedos da mão e sacudo-a no ar, feito uma italiana indignada: mas que sabemos nós da vida dos outros, catzo ?
Nossos momentos felizes se dão, quase todos, na intimidade, quando ninguém está nos vendo.
O barulho da chave da porta, de madrugada, trazendo um adolescente de volta pra casa.
O cálice de vinho oferecido por uma amiga com quem acabamos de fazer as pazes.
Sentar-se no cinema, sozinho, para assistir ao filme tão esperado.
Depois de anos com o coração em marcha lenta, rever um ex-amor e descobrir que ainda é capaz de sentir palpitações.
Os acordos secretos que temos com filhos, netos, amigos.
A emoção provocada por uma frase de um livro.
A felicidade de uma cura.
E a infelicidade aceita como parte do jogo — ninguém é tão feliz quanto aquele que lida bem com suas precariedades.
O que sei eu sobre aquele que parece radiante e aquela outra que parece à beira do suicídio?
Eles podem parecer o que for e eu seguirei sem saber de nada, sem saber de onde eles extraem prazer e dor, como administram seus azedumes e seus êxtases, e muito menos por quanto anda a cotação de felicidade em suas vidas.
Costumamos julgar roupas, comportamento, caráter — juízes indefectíveis que somos da vida alheia — mas é um atrevimento nos outorgar o direito de reconhecer, apenas pelas aparências, quem sofre e quem está em paz.
A sua felicidade não é a minha, e a minha não é a de ninguém.
Não se sabe nunca o que emociona intimamente uma pessoa, a que ela recorre para conquistar serenidade, em quais pensamentos se ampara quando quer descansar do mundo, o quanto de energia coloca no que faz, e no que ela é capaz de desfazer para manter-se sã.
Toda felicidade é construída por emoções secretas.
Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão(...)
Martha Medeiros

segunda-feira, 24 de novembro de 2008


Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu, então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, falou:
- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu, que um pé de sapato de nada lhe adiantaria, e, jogando o outro quem o encontrar será capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância à um sapato usado encontrada na rua.
O homem mostrou ao jovem que não vale à pena agarrar-se a algo simplesmente por possui-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Deus decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem à um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, à partir daí, a única forma de proteger os pés.
Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.
Acumular posses não nos fazem melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
(Desconheço o autor)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Verdadeiro Amigo

Qualquer um pode ficar ao seu lado quando você está certo, mas um amigo verdadeiro permanece ao seu lado mesmo quando você está errado.
Um simples amigo se identifica quando te liga.
Um amigo verdadeiro não precisa, pois vocês conhecem suas vozes.
Um simples amigo inicia uma conversa com um boletim de novidades sobre a própria vida.
Um amigo verdadeiro diz: "O que há de novo sobre você?"
Um simples amigo acha que os problemas pelo quais você está se queixando são recentes.
Um verdadeiro diz:"Você tem se queixado sobre a mesma coisa pelos últimos quatorze anos. Saia deste marasmo e faça algo sobre isto".
Um simples amigo nunca o (a) viu chorar.
Um verdadeiro amigo tem seus ombros encharcados por tuas lágrimas.
Um simples amigo não sabe o nome dos teus pais.
Um verdadeiro amigo tem o telefone deles em sua agenda.
Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para sua festa.
Um verdadeiro amigo chega mais cedo para ajudá-lo a cozinhar e fica até mais tarde para ajudá-lo na limpeza.
Um simples amigo odeia você ligar após ele já ter ido para cama.
Um amigo verdadeiro te pergunta porque demorou tanto para ligar.
Um simples amigo procura conversar com você sobre teus problemas.
Um amigo verdadeiro procura ajudá-lo a resolver teus problemas.
Um simples amigo fica imaginando sobre tuas histórias românticas.
Um amigo verdadeiro amigo, poderia chantageá-lo com o que ele sabe.
Um simples amigo, quando o visita, age como um convidado.
Um verdadeiro amigo abre tua geladeira e se serve.
Um simples amigo acha que a amizade terminou quando vocês têm uma discussão.
Um verdadeiro amigo sabe que não existe uma amizade enquanto vocês não tiveram divergência.
Um simples amigo espera que você sempre esteja por perto quando ele precisar.
Um verdadeiro amigo espera estar sempre por perto quando você precisar dele.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A Tigela de Madeira


Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e netinho de quatro anos, as mãos trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes, a família comia reunida á mesa, mas as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer, revelhas rolavam de seu talher e caiam no chão, quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa, o filho e a nora irritaram-se com a bagunça " precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho, "já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida no chão".
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha, ali o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições á mesa com satisfação. Desde que ele quebrara um ou dois pratos, sua refeição agora era servida numa tigela de madeira, quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos, mesmo assim, as únicas palavras que lhes diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava cair um talher ou comida no chão, o netinho assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebe que o filho estava no chão manuseando um pedaço de madeira, ele perguntou delicadamente á criança:" O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:" Oh! Estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer".
O menino sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos, então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos, embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o á mesa da família; dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família, e por alguma razão o marido e a esposa não se importavam mais quando um talher caia, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva aprendi que não importa o que aconteça ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua e amanhã será melhor.
Aprendi que não importa o tipo de relacionamento que você tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que a vida ás vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir, mas se focalizar a atenção na família, nos amigos, na necessidade dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém, as pessoas gostam de um toque humano.
Aprendi que tenho muito que aprender.
As pessoas se esquecerão do que você disse...
Talvez esqueçam o que você fez...Mas nunca, nunca esquecerão como você as tratou.

sábado, 27 de setembro de 2008

O MAR DA VIDA

"Partindo da perspectiva maior do espírito, a vida se mostra como uma cena representando a forma e a substância da existência na Terra como se fosse um mar, um oceano, no qual cada vida humana é um barco. Frequentemente esta analogia é experimentada nos sonhos. Este mar da vida apresenta vários aspectos: pode ser tempestuoso, com o céu cinza, e em seguida o sol volta a brilhar e o mar fica calmo até a próxima tempestade. E esta alternância permanece até que o barco chega à sua destinação. Esta destinação é a terra firme, o mundo espiritual, a morada verdadeira do homem. Assim tudo depende da habilidade com que a pessoa consegue dirigir sua vida. Há o capitão treinado, experiente, hábil e, como tal, não deve ficar com medo do perigo; ele dirige bem seu barco através dos elementos e nos períodos de calmaria recupera suas forças para a próxima tempestade. Outro fica nervoso e perde o controle interior ainda quando uma tempestade se prepara. E tem aquele que está com tamanho medo que em seu descontrole nem é capaz de dirigir o barco e não conseguirá nada. Você deve saber que estas nuvens que se formam, os furacões e as tormentas são os testes que a vida nos traz; e o ser humano que já passou por algum ensinamento espiritual, e é um pouco mais sensível, pode detectar muito bem onde seu pequeno barco se encontra num determinado instante"...