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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Bom dia. boa tarde, boa noite!

Cumprimente as pessoas.
Isso se chama amizade!
Deseje a cada um o melhor.
Isso se chama sinceridade!
Programe o seu dia, a sua semana.
Isso se chama ação!
Acredite que tudo dará certo.
Isso se chama fé!
Faça tudo com alegria.
Isso se chama entusiasmo!
Dê o melhor de si.
Isso se chama perfeição!
Ajude a quem precisa.
Isso se chama doação!
Compreenda que nem todos são como você.
Isso se chama tolerância!
Receba as bênçãos com gratidão.
Isso se chama humildade!
Essa é uma fórmula infalível que vai ajudar a sua semana a ser mais feliz.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quando o amor desperta a consciência, tudo muda!



Ninguém escapa do Amor. Mesmo naqueles espíritos empedernidos no ódio e na teimosia, ele opera sutilmente na casa secreta do coração. Docemente, com grande habilidade, o Amor faz sua morada silenciosa no ser.
O Amor é inevitável! Ele não vem. Já está!
Ao longo das eras, inexoravelmente, sob a ação de muitas experiências e suas repercussões cármicas*, todos os seres o encontrarão em si mesmos. Mesmo no seio das trevas conscienciais, ele está!
Silenciosamente, nos bastidores conscienciais, ele opera pacientemente, pois sabe que as coisas mudam, e sempre há chances de eterno recomeço e aprendizado.
Sim, todos estão destinados ao Amor. E não há como alguém mensurar a magnitude do seu poder de transformação no ser. Só se sabe que, quando o Amor é percebido, tudo muda! E nada mais será como antes. E isso não tem tempo ou lugar.
No passado, no presente ou no futuro, no infinito do tempo - Éons? Tempo algum? Quem sabe? -, é o Amor que sempre dá as cartas e bate o jogo.
Ninguém o vê, e, nos momentos de crise – que também suscitam mudanças de paradigmas antigos e desgastados e permite novos aprendizados -, muitos se fecham e até mesmo o negam solenemente. Contudo, ele é paciente e sabe que tudo muda.
Eles surfam no infinito e no céu dos corações, docemente, com grande habilidade. Não há como detê-lo!
Ele conhece tudo e, inexoravelmente, será percebido no momento certo do despertar de cada um. E, quando alguém o descobre viajando pelo céu de seu coração, passa a vê-lo nos demais também. Então, tudo muda, e nada mais será como antes.
Um jorro contínuo de bem-aventurança percorrerá todas as fibras de seu ser, dos pés à cabeça, iluminando todos os seus chacras**. E energias maravilhosas serão exteriorizadas silenciosamente de sua aura para todos.
Esse é o destino de todos os homens, de todos os lugares. Mesmo que eles ainda não saibam disso e se permitam pensar e agir egoisticamente, o Amor estará neles.
Quem descobre isso, mesmo que de forma parcial e ainda sem ter despertado plenamente, é tomado de grande assombro. Sente que um pouco desse Amor é mais do que tudo já experimentado antes.
Percebe que até mesmo os espíritos empedernidos nas trevas conscienciais sentem um pouco disso em si mesmos.
Por isso, eles lutam tanto contra o despertar da consciência; têm medo das inevitáveis transformações que o Amor causa nos corações.
Sabem que as paredes trevosas que construíram em torno de si mesmos não conseguirão impedir o big-bang consciencial de acontecer.
Têm medo de que apenas uma centelha desse Amor se torne uma super-nova no céu de seus corações. Então, como autodefesa, dizem-se das trevas. Porém, como todos os seres, eles são do Amor.
Sim, sentir um pouco desse Amor já vale tudo! Faz pensar que mesmo quem carrega trevas nas intenções e nos atos, também carrega um tesouro secreto no coração.
Faz pensar que todos os homens são irmãos, mesmo que a maioria ainda não perceba isso adequadamente. Não importa! O despertar é inevitável, e o Amor é paciente.
Lá no meio das trevas do ego está surgindo uma super-nova consciencial. Feliz daquele que já viu essa luz amorosa eclodindo perenemente em seu coração.
Como ensinava o mestre Ramakrishna: Sem Amor ninguém segue...

Wagner Borges

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Atenção!!!

O plantio é livre, a colheita - obrigatória...
Preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

À distância


Já repararam, que na grande maioria das vezes as distâncias que nos separam verdadeiramente das outras pessoas, são "materialmente" imperceptíveis porque são quase sempre nossos pensamentos e sentimentos que fazem este papel?
Que estamos "realmente" separados e distantes muitas vezes daqueles que convivem conosco?
E muito mais "próximos" e "unidos" com aqueles que estão à distância?
Então reflitamos: O que nos separa e distancia verdadeiramente das pessoas?
Nos distanciamos daqueles que nos dirigem palavras, para nós, ofensivas.
Nos distanciamos daqueles que nos incomodam.
Nos distanciamos daqueles que nos ferem.
Então, pergunto-vos: foi a outra pessoa que nos ofendeu ou nossos ouvidos interpretaram ofensivas suas palavras?
Por que algumas pessoas nos incomodam?
Não será porque nos fazem ver nossos defeitos refletidos nas suas atitudes?
Por que algumas pessoas nos ferem?
Não será porque nos deixamos ferir?
Creiam, sempre há os dois lados em todas as questões.
Será que a nossa "distância afetiva" dessas determinadas pessoas vai mudar, transformar alguma coisa?
E todos sabemos que a nossa "tarefa" nesta terra é transformar, mudar e crescer.
A distância concreta é fácil de diminuir, não é?
O pensamento, a memória, o telefone... são tantos os artifícios para driblá-la.
Porém, a distância do coração, das atitudes; essas são bem mais difíceis, porque requerem humildade.
Humildade para verdadeiramente ouvirmos, olharmos e fazermos um movimento receptivo e acolhedor em direção das pessoas.