quarta-feira, 29 de abril de 2009


... E Deus fez a mulher...
Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso, resolveu complicar...
Deus deu à mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.
Deus deu à mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez crescer e cair.
Deus deu à mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.
Deus deu à mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.
Deus deu à mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo a fez falar demais. Deus deu à mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.
Deus deu à mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.
Então Deus deu à mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.
Só pode haver uma explicação para isso:
O diabo é V I A D O!!!!!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Amor e Distancia


- Amamos nossa casa, mas vivemos sob o medo de perdê-la.
- Amamos pais e filhos, mas tememos sua morte.
- Amamos nossos parceiros, mas sofremos por ciúme.
- Amamos nossos bichinhos, mas limitamos aproximação.
- Amamos nossos vizinhos, mas evitamos intimidade.
- Amamos nosso carro, mas receamos assaltos e acidentes.
- Amamos nossos amigos, mas não confiamos neles totalmente.
- Amamos nosso trabalho, mas nos preocupamos com perda de emprego.
- Amamos nossas diversões, mas não soltamos nossas tensões.
- Amamos nossa escola, mas nos perturbamos com notas e mestres sisudos.
- Amamos nossa religião, mas cremos em castigo.
- Amamos nosso passado, mas guardamos rancores e mágoas.
- Amamos nosso futuro, mas tememos ver desabarem os sonhos.
- É assim que tão mal vivemos no momento presente e só por temor deixamos de amar por inteiro todas ascoisas e tantas pessoas.
Não seria bom viver como a gente merece, deixando delado os medos só pra ver o que acontece?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Faxina da Alma


Não importa onde você parou...em que momento da vida você cansou...o que importa é que sempre é possível e necessário Recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...é renovar as esperanças na vida e o mais importante.
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? foi aprendizado...
Chorou muito? foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas? foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes? é porque fechaste a porta até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido? era o início da tua melhora...
Pois é... agora é hora de reiniciar... de pensar na luz...de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso...ou aquele velho desejo de aprender a pintar... desenhar... dominar ocomputador... ou qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio... quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho? besteira... tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"... tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para"chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza... nem nós mesmos nos suportamos...ficamos horríveis... o mal humor vai comendo nosso fígado... até a bocafica amarga.
Recomeçar... hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Ir alto... sonhe alto... queira o melhor domelhor... queira coisas boas para a vida... pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos... pensamos pequeno... coisas pequenas teremos...já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor... melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental...joga fora tudo que te prende ao passado... ao mundinho de coisas tristes.... fotos... peças de roupa, papel de bala... ingressos de cinema... bilhetes de viagens... e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados... jogue tudo fora... mas principalmente... esvazie seu coração... fique pronto para a vida... para um novo amor...
Lembre-se somos apaixonáveis...somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes... afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...
Porque somos do tamanho daquilo que vemos, e não do tamanho da nossa altura.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Receita de Amor


Fiquei bastante tentada a colocar o título desse texto de "Receita de Amor".
Acho que ficaria mais interessante, mas infelizmente não acredito em receitas para o amor e começaria com a consciência intranqüila.
Então, resolvi dar apenas os ingredientes. A sua receita é você quem cria!
Há alguns anos, conversando com uma amiga psicóloga, ela me disse que um relacionamento só poderia dar certo se estivesse baseado em três sentimentos.
Eu, obviamente, imaginei que o primeiro seria o amor e os outros, nem teriam tanta importância. Qual não foi a minha surpresa quando ela citou os três e o amor ficou de fora.
Passei bastante tempo refletindo se concordava com o que ela havia dito e somente depois de muito tempo compreendi que, na verdade, aquela era a "fórmula" do amor.
Ou seja, não é possível sentir e principalmente manter-se sentindo amor por uma pessoa caso a relação não esteja baseada em admiração, confiança e respeito!
Entretanto, descobri que cada um de nós, ao usar esta "fórmula", obtém o seu próprio resultado, dependendo também da combinação entre o que somos e o que o outro é!
Isto é, eu posso confiar, admirar e respeitar um homem, mas nem por isso amá-lo como homem. Posso tê-lo apenas como amigo ou irmão. Mas quando acontece uma alquimia entre a química contida em dois corações, aí sim sentimos o amor pulsar e expandir nossa existência como uma espécie de magia (embora o amor não tenha nada de mágico e sim de divino)!
Na verdade, o que quero dizer é que existem muitas pessoas que acreditamestar vivendo o amor, quando na verdade estão alimentando algum outrotipo de sentimento muito aquém. Sentem-se tristes, desesperadas, perdidas, angustiadas e insistem em justificar todo esse pavor através da palavra "amor".
Sentem-se rejeitadas, desmerecidas e enganadas e, ainda assim, acreditam que amam...
No entanto, se essas pessoas parassem por um instante, se desprendessem desses sentimentos tão dolorosos e respondessem, sinceramente, três perguntinhas básicas, talvez descobrissem e se espantassem com o fato deque não estão vivendo o amor.
Faça o teste! Pense na pessoa que você acredita que ama. Pense na relaçãode vocês e responda:
1 - Você admira essa pessoa? Admira o jeito dela, o caráter, personalidade, a maneira como ela encara a vida, as atitudes dela diante dos problemas, diante das alegrias, enfim, você admira a alma dessa pessoa?
2 - Você confia nessa pessoa? Você acredita que pode contar com ela, pode confiar no que ela diz? Está certo de que ela faz o possível para cumprir o que promete e está disposta a construir uma relação baseada na sinceridade e na verdade, por mais difícil que seja?
3 - Você respeita essa pessoa? Considera o que ela pensa, o que ela sentee está disposta a aceitá-la, por mais diferente que ela possa ser de você?
Você realmente consegue dar espaço para que ela seja como é, sem tentaro tempo todo fazer com que ela mude o seu jeito, as suas opiniões e o seu comportamento?
É... talvez você se surpreenda com suas próprias respostas.
Talvez você descubra que o que sente não é amor, mas capricho, falta de auto-estima, medo de ficar sozinho, conveniência, acomodação...
Talvez você descubraque se acostumou com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, mas que nunca se questionou sobre o que realmente quer...
Muitas pessoas preferem acreditar que não têm sorte no amor ou que é melhor ficar numa relação ruim a ficar sozinho, mas na verdade estão apenas com medo de tentar, com medo de sair em busca de um amor intenso, com medo de se livrar de uma pessoa que só lhes faz mal e perder o lugar de vítima!
É bem mais fácil ter argumentos para justificar um amor que não deu certo do que se arriscar a encontrar uma pessoa maravilhosa, companheira, sincera e profunda e ter de lidar com seus próprios defeitos, com suas próprias inseguranças e buracos internos...
Pois eu sugiro que você não aceite menos, não aceite pouco.
Busque sempre o melhor de você mesmo e do outro.
Cultive sentimentos como respeito, confiança e admiração.
Sinta isso pela pessoa amada... Sinta isso, acima de tudo, por si mesmo!
E se não puder, pare onde estiver e proponha-se a aprender e se preparar para o verdadeiro amor, ainda que seja por esta pessoa que já está ao seu lado!
Sempre há tempo, mas não demore muito.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Terapia do Elogio

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.
Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos,subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Vamos pensar nisso?

terça-feira, 21 de abril de 2009

Bom Feriado

Os orientais tem um ditado encantador: "Quem não souber sorrir, que não abra uma loja".
Poderíamos nós acrescentar: quem não souber sorrir, que não funde uma família, que não pretenda ter amigos...
Um sorriso pode ser mais elegante que um longo discurso; um sorriso é capaz de representar um sinal claro de um perdão que não se sabe explicar com palavras; um sorriso que acompanhe um favor prestado é como se dissesse: "Não foi nada, estamos aqui para isso."
Um sorriso, especialmente, pode ser uma forma delicada de esconder as penas ou um meio heróico de não deixar transparecer uma dor profunda.
Temos que saber cultivar a arte de ser amáveis, rejeitando qualquer forma de altivez que nos torne distantes, frios...
O sorriso cumpre essa função de aproximação, de amabilidade calorosa, como se estivéssemos abrindo de par em par as portas do coração, como se disséssemos: "Pode entrar, fique à vontade!"
Ainda que às vezes o próprio coração esconda a amargura mais íntima.
O correr dos anos, as decepções, as preocupações com o futuro, o cansaço, as doenças tenderão porventura a roubar-nos essa capacidade de dar um pouco de nossa alma em forma de sorriso.
Mas, ainda que nos custe, não deixemos que nos arrebatem esse dom.
O sorriso é o belo sacrifício de tornar a vida dos outros mais grata.
Vamos substituir a tragédia diária pelo sorriso diário!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Felicidade Pega!!!


Existem pessoas que nascem de baixo-astral, sempre se queixando de tudo, só falando de problemas
FÁCIL não é, mas existem maneiras de procurar a felicidade. A primeira coisa - e a mais importante - é tentar só ter como amigos gente com a vocação da felicidade. É claro que às vezes eles passam por problemas, e devemos ser solidários nesses momentos. Mas existem pessoas que nascem de baixo-astral, sempre se queixando de tudo, só falando de problemas e tristezas. Se você conviver muito com pessoas assim, pode saber que vai ficar mal. Aliás, gente assim só gosta de se dar com pessoas como elas; quem, nascido com o DNA lá em baixo, vai suportar ser amiga de quem é feliz, otimista, que vive rindo e achando a vida boa?
E não falo só de amigos: se o seu tintureiro se queixa o tempo todo da vida, o professor de ginástica só conta desgraças, a faxineira, as doenças dela e da família inteira, troque, mesmo com dó e piedade. Você tem que se defender, e uma das maneiras é se afastar, fugir, não chegar nem perto.
Eu tive uma empregada que era excelente, e apesar de só se queixar e me contar histórias trágicas (e antigas) - como morreu a avó há 50 anos, a sobrinha que tinha um filho que estava preso, a irmã que pesava 110 quilos e era diabética (tudo com riqueza de detalhes) -, fiquei com ela durante anos, já que era uma ótima profissional. Mas um dia não deu mais. Fiz das tripas coração e a demiti, com todas as vantagens da lei e muitas outras, para me livrar da culpa.
Mas fiquei pensando: será que ela vai encontrar outro emprego? E se não encontrasse, a culpa seria toda minha, que deveria ter sido mais paciente e tolerante, sabendo que a vida dela não era fácil etc. etc. Mas sabe aquele dia em que não dá mais?
Pois não deu; assumir minha culpa não foi fácil, mas o que era para ser feito foi feito.Aí veio uma outra, que não deu muito pé, e antes que laços de amizade se fizessem, dispensei. E aí veio a terceira, e minha vida mudou. Em primeiro lugar, ela é uma pessoa de altíssimo astral. Bem casada, feliz com o marido, e com um sorriso -quando não uma gargalhada- o tempo todo. Quando ela veio pela primeira vez conversar comigo, me chamou logo de Danuza, não de dona Danuza.
Como desde que me entendo por gente as empregadas chamam as patroas de dona, achei um pouco estranho, mas não tive nenhuma condição de pedir que ela me chamasse de dona. Afinal, isso não tem nada a ver comigo. E assim fomos indo: Danuza pra cá, Vanúzia (é o nome dela) pra lá, e a vida correndo não só bem, como cada vez melhor. Ela me elogia, diz que o cabelo novo ficou ótimo, e me confessou que adora Clodovil, Agnaldo Timóteo e não perde um show de Fagner, sua grande paixão. Tudo isso me faz rir, e de repente percebi que estava rindo o dia inteiro.
Ontem ela estava na área passando roupa, e de repente ouvi um som estranho. Fui ver e era ela, com o ferro na mão, cantando; cantando alto uma música que nunca ouvi, provavelmente do repertório de alguém que não conheço, e quando cheguei à área ela me abriu um grande sorriso e perguntou "quer um chazinho gelado? Você quase não toma água, e água faz bem, vou pegar um copinho para você". Largou o ferro e me trouxe um chá bem gelado, e eu vi o quanto eu era feliz de ter uma pessoa assim perto de mim. Uma empregada que canta e que na hora de ir embora me manda um beijo; tem coisa melhor?Vanúzia vai levar um susto quando ler esta coluna; é capaz até de mandar emoldurar, mas ela merece, pela felicidade que me dá.E descobri que felicidade e tristeza são tão contagiantes quanto o sarampo.